domingo, 20 de junho de 2010

Act of...

Tudo o que há de ruim se adere às minhas pálpebras, descem as lágrimas.
Não vejo nada. Taparam-me os olhos para todo e qualquer vestígio matéria.
Meus sensíveis detectores sinalizam o fim do mundo, e não meu bem, não vou me matar.
Eu vou assumir meu ódio, rir dele, sobreviver à ele.
Eu odeio o mundo que não me cabe.

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