Corpos abertos,
harmônicos.
Copos dispersos,
procrastinando.
Calma, alma.
Deixei que eu me esconda em ti
como te escondes em mim.
Reconstruiu tu,
meu castelo amargurado.
Fê-lo belo, amador.
Entrelaçados no tempo
nos desmanchamos
como a arte de ser só
e a morte do sozinho.
Solenes perdas,
tetos desabados,
necessidades não supridas,
o belo,
o palhaço,
o certo,
o pássaro,
a flor,
o desfecho.
Guarde em ti
meu coração e alma
farei o mesmo por ti
querido amor
que está prestes à me deixar.
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