quinta-feira, 15 de julho de 2010

Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu...

Talvez não sejas mais o mesmo, talvez não sejamos nem a metade. Firmar-ei meus pés no incabível chão de estilhaços, na condição do querer-te, idolatrando a sabedoria do ser- quase inexistente.Vagos pensamentos mundanos. Por que diabos te quero, triste alma !? Corpos abertos. Corpos abertos no doce afeto que insiste em causar apego, mais e mais. Esperar-ei pelo fim, o mesmo me aguarda em tua condição imutável. Verdades cegas, pra o deficiente por vontade própria, e imutáveis para todo e o qualquer.

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