Pois, o amor tende a percorrer imensas distâncias para que se sacie.
Têm me testado, testado a sorte que sequer possuo.
Então as pedras começam a rolar, uma a uma. Pouco a pouco desmancham o meu castelo, antes imenso.
Dou adeus ao pouco que tinha, e permaneço com 2 pedras, o que me restou de toda uma imensidão.
Me esforço para que delas, de maneira alguma tenha de me desfazer.
Porém só posso escolher uma.
Em tal situação catastrófica, opto por tê-las pela metade. Juntas, formam uma, o que a mim foi concedido.
E erro. Sou sempre erro. Aliás, este deveria ser o meu segundo nome.
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