Regresso à dúvidas impacientes, no mundo atônito que provoquei. Num gelo da mente regresso à tudo que não desejo, e no vendaval das dúvidas, regresso e vivo de loucura, pois só assim provoco em mim, felicidade. A alma anseia e suspira, e então me lembro: tenho orgulho. Sendo as asas de um louco, a louca fantasia, que de longe brilha, e brilha, e brilha... E pesa, cheia de fel e desventura, um amargo que nem busca mais as lágrimas e que de longe, ouve o som de um burburinho, cantarolando baixinho: "Paz, eu quero paz...".
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