sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Quando o fim ousa em fazer sentido.

"Eu não preciso de você. Nem você de mim. Essa é a verdade. Isso parece o fim do mundo, porque geralmente não há nada a ser feito se não for, a princípio, necessário. Por isso, essa ansiedade da ausência. Essa abstração. Estamos com medo de perder o que já foi perdido. E a perda é aliviante, mas ainda nem sabemos disso. Estamos livres. Livres para nos comprometer, se quisermos, mas sem nenhuma obrigação, se essa não for a nossa decisão."


Fernanda Young 

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