sábado, 21 de agosto de 2010

Mais uma peripécia desimportante

Minhas olheiras têm histórias pra contar. As orelhas de meus livros, meus poemas sem sentido , todos têm algo à dizer. Oh! peripécia desimportante, de novo e de novo meus devaneios me arrastam à você.
"Ao cair da noite, os pássaros se vão, e aonde estão? Aonde estarão?"
Ao cair de uma vida, os amigos se vão, os amores se vão. O superficial não cresce. Não cresce e não tem algo que se possa chamar de vida, é imutável, não sente, é reles cópia de algo vindo da essência de uma alma. Logo, notarão que não és o que pensam, e nem serás. O superficial não morre, estará sempre lá, intacto, empoeirado, passando-se por algo que almejou ser e não foi, e não há de ser. 
Mas deixo isso de lado, com meus asco despreocupado, calo-me.


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