quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sou eu, a chuva.

Esse tempo... Ah! esse tempo atropelando cada vão sentido de calma. O sentido de vida, poesia, prosa, pôr-do-sol, mar, colo, paz, espírito, calmaria, cadê? Cadê a tal luz que haveria de me conduzir ao bom fim das causas amargas e da árdua convivência com pessoas amarguradas? E o meu anjo que foi embora sem mais nem menos? Cadê a paz que honra o espírito? E a calmaria dos chuvosos e ternos dias? Cadê o passo simples e certo? Por que andam atropelando tanto e tudo e tanto? Cadê a sinuosidade bonita? E a paz dos anjos? Cadê o amparo de Arcanjo?

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